Vinho TintoQuinta da BoavistaVinha do Oratório 2021, 75cl • Douro
Vinhas VelhasO Quinta da Boavista Vinha do Oratório, apresenta-se com uma cor grená com boa intensidade.Aroma poderoso, quente, intenso cheio de personalidade mostrando a sua juventude. Lado arbustivo, frutos vermelhos muito doces, que vão explodindo no copo cada vez com mais intensidade/exuberância. Chocolate preto. Café.Guloso, consistente, taninos muito presentes/robustos, mas apresentando sempre um extraordinário equilíbrio entre fruta bagas vermelhas/acidez/estrutura. Final muito longo. Harmonioso.
James Suckling
Robert Parker
Revista de Vinhos115,00 € IVA
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Detalhes
Descrição
O Quinta da Boavista Vinha do Oratório, apresenta-se com uma cor grená com boa intensidade.Aroma poderoso, quente, intenso cheio de personalidade mostrando a sua juventude. Lado arbustivo, frutos vermelhos muito doces, que vão explodindo no copo cada vez com mais intensidade/exuberância. Chocolate preto. Café.Guloso, consistente, taninos muito presentes/robustos, mas apresentando sempre um extraordinário equilíbrio entre fruta bagas vermelhas/acidez/estrutura. Final muito longo. Harmonioso.
Sobre o Produtor Quinta da Boavista
Com referências históricas na primeira demarcação do Douro (1756) e imortalizada nos célebres mapas do Barão de Forrester, a Quinta da Boavista é um verdadeiro ex-líbris do Cima Corgo. Recuperada nos anos 2010 pelo minucioso projeto da Lima & Smith e adquirida em 2020 pelo conceituado Grupo Kopke (Sogevinus), a quinta encarna o auge do património vinhateiro mundial.
Nas suas encostas dramáticas, com destaque para a vertiginosa Vinha do Oratório (cujos muros de xisto atingem quase oito metros de altura) e para a lendária Vinha do Ujo, o produtor gere um património de vinhas velhas centenárias quase irrepetível. A enologia foca-se na pureza e na precisão cirúrgica de extração, estagiando os vinhos em barricas de carvalho francês de topo.
O resultado materializa-se em colheitas que alcançam de forma rotineira as mais altas pontuações da crítica mundial. São tintos de uma opulência aromática vertiginosa, estrutura aristocrática, taninos absolutamente sedosos e um potencial de envelhecimento extraordinário. A Quinta da Boavista não faz apenas vinho; engarrafa séculos de história duriense destinada aos mais exigentes colecionadores do mundo.













